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PASSADO

Corações para tempos difíceis, com Gustavo Luengo (ES)

De 01 de Dezembro 2020 a 05 de Janeiro 2021 - Artes Visuais

 

Sinopse: "As minhas motivações são fazer esculturas na parede com formas de corações em diferentes cores para simbolizar o que é verdadeiramente importante na vida, mais nestes tempos difíceis que estamos vivendo. O coração é o mais importante. O amor. Não os iPhones e todas as demais coisas, que também estão bem, mas nada comparado com o coração e as relações pessoais. A ideia vem das obras do escultor Austríaco Franz West, já falecido, e as suas obras, principalmente em papel maché muito transgressoras."

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Sofia Fortunato (PT)

De 01 de Dezembro 2020 a 31 de Janeiro 2021 - Artes Visuais

 

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Displacements, com Ana Luísa Ribeiro (DE)

De 01 de Dezembro 2020 a 15 de Janeiro 2021 - Artes Visuais

 

„Displacements“ é a designação „clowd“ de um conjunto de trabalhos de pintura que estou a desenvolver. Para aqueles que pretendo criar em Lagos farei, inicialmente, uma pesquisa (angariação) de imagens, notas fotográficas na/da costa marítima em torno da cidade. Estas imagens não serão aquelas „típicas“ pelas quais a zona é famosa, mas sim pretendo captar pormenores das camadas calcárias, das rochas, nas pequenas plantas. Estes elementos fazem parte da minha memória pessoal, desde muito jovem passava parte do meu tempo nesses lugares (acampava muitas vezes sempre no camping que, infelizmente, já não existe, por cima da Praia do Canavial). Estas imagens serão, posteriormente, transpostas para a tela, de uma forma descontextualizada e „sem referência“, pelo que, nas telas, poderão surgir como montanhas, rochedos, árvores. Descontextualizados da sua origem, estes elementos sugerem paisagens „fantásticas“, que o observador „lerá“ de acordo com as suas próprias memórias pessoais e coletivas. Por esta razão, pelo desaparecimento de „pistas“ como a escala e a cor, acontece um „deslocamento“ da perceção e
receção destas imagens. Daí o nome desta série.

 

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Cara Trancada, com Carolina Lourenço (PT)

de 01 de Novembro a 30 de Novembro 2019 - Artes Visuais

 

CARA TRANCADA é um projeto de ilustração que surge com a necessidade de desconstruir tabus em relação à sexualidade feminina. É um projeto pessoal, um alter-ego de uma moça não muito extrovertida, que germinou com o seu sentimento de curiosidade no que toca à sua sexualidade, na sua relação consigo mesma e com os outros; com o seu corpo e com o dos outros; as suas experiências e fantasias, e as dos outros.

 

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“Azulejos Reconfigurados - Uma Visão Modular em Xilogravura”, com Marinês Busetti (BR)

de 01 a 30 de Novembro de 2019 - Artes Visuais

 

Objetivo com esta vivência, ter a oportunidade de me envolver com a comunidade local, com seus artistas, poder mergulhar e absorver um pouco mais da sua cultura, me aprofundando especialmente no estudo dos seus azulejos e deixar em troca o meu olhar transversal e alguma contribuição no sentido de união, troca e miscigenação de culturas.

 

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“Vita Activa vs Vita Contemplativa”, com Maya Giorgia Stern (EUA)

de 11 de Dezembro a 23 de Janeiro – Artes Visuais /Fotografia

 

Representando diferenciação e semelhanças ligando vida ativa e contemplativa em um espaço fechado e aberto através de objetos, auto-retrato e fotografia de exposição múltipla. MGS é uma artista emergente que vive e trabalha em Nova York. Os assuntos que explora na sua fotografia estão, principalmente, relacionados com a maneira como se vê o mundo através das lentes, um reflexo do estado de espírito da pessoa. Formou-se em Bennington College com licenciatura em ópera e usa sua musicalidade e sentido de tempo para produzir o seu trabalho de imagem. MGS também escreve improvisações para trilha sonoras para acompanhar as suas imagens, adicionando uma dimensão auditiva à percepção visual, afim de criar um espectro mais amplo de expressão.

 

 

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Nach3 Kollektiv (performance) com Vera Piechulla, Carolin Jakoby & Karolina Dreit

Na densa imaterialidade da nossa realidade, os demônios manifestam-se. Numa antiga prisão, estamos a procura de informações armazenadas no corpo, visando uma articulação singular e comum: mapeando memórias, memorizando a história, brincando ao esconde-esconde no escuro, em busca do desconhecido.

Vera Piechulla (1983) médica e performer sediada em Berlim. No seu trabalho artístico, Vera explora espaços de incerteza entre o conhecimento, percepção e a imaginação.

Carolin Jakoby (1984) concluiu o Mestrado em Artes Cênicas na Univeridade de Künste em Bern. Carolin vive em Berlim e trabalha como atriz freelancer em teatro e projetos interdisciplinar.

Karolina Dreit (1984) trabalha como produtora cultural e conferencista em sociologia, ciência da educação e estudos de gênero. Karolina está envolvida na teoria crítica, auto-organização, movimento e prática cultural em diferentes processos.

 

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Reflexão com 32º Graus à Sombra (artista visual) com Jorge Leal

Um lisboeta perde-se pelo campo em contemplações com pele queimada e transpirações abundantes. Estar na paisagem, descobrir a paisagem, desenhar a paisagem. Estar disponível para o maravilhamento de estar sozinho no meio da natureza. Tentar esquecer os vícios de trabalho. Tentar ganhar novos vícios de trabalho. Tentar que faça sentido voltar ao ateliê e trabalhar essa recolha de imagens.

Jorge Leal (1975) nasceu e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em arquitetura. Fez estudos de pintura e desenho no Ar.Co. É doutorando em desenho na FBAUL.

 

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Aprender a Tropeçar (documentário) com Dagmar Klingenstein

O que é um palhaço? O quê e quem está atrás dessa figura? Qual filosofia que impulsiona as suas ações e movimentos? (...) Na busca destas e outras respostas entrei numa escola de palhaços e acompanhei a formação com a câmara na mão. A filmagem acabou e agora agora começa o processo de montagem do documentário.

 

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Jens Mohr (DE) (artista visual)

Criar peças a partir do zero ... obras de arte comicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. 

Jens Mohr (1971) Artista audotidata, criou os seus primeiros trabalhos em 1990 e não tem parado desde então.

 

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Isa Rodrigues  (têxtil) (PT) 

Explorações de artes texteis e tecelagens, com uma perspectiva escultural.

Isa Rodrigues (1985) é uma artista têxtil e educadora, originária de Lagos e a viver em Brooklyn, New York.

 

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ROOM #315 com Ana Albino e Philippe Trovão (PT) - Musica

Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.

 

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“ A Cantilena” de Marie Fages (FR) - Criação de Argumento

Um futuro próximo. A jovem cientista prodígio Sahar está enclausurada numa antiga fortaleza portuguesa empoleirada nas arribas de argila vermelha incessantemente açoitadas pelo oceano. A Sahar é exigido que desenvolva um sistema de absorção do raro hélio 3, uma estranha forma de energia existente na Lua. Mas, encerrada entre céu, terra e mar, Sahar abre-se á voluptuosa natureza. Apesar das ameaças do director da empresa multinacional que ali a detém, Sahar recusa-se a continuar a sua investigação. Sahar escuta o universo e escreve poesia. E por vezes, à noite, as ondas recuam e Sahar estranhamente chora.

 

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“A Summer with Diogo”de Pierre Primetens (FR) - Criação de Argumento 

“A Summer with Diogo”, conta a história da primeira experiência de amor entre jovens em que um jovem é pescador no Algarve, uma comunidade que está sendo ameaçada pela indústria do turismo de massa. Durante este período, ele está de luto pela morte da sua mãe e está em desacordo com seu pai.

 

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"Vi umanjo!", (ES) com ©viaoueelangel -Artes Plásticas

 

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“DELA, REVERDECERÁ" - Um processo experiencial poético para restaurar o fluxo”, com Sara Baga. (PT)

"No coração interior da Beira, um segredo bem cuidado: ainda há mata. Neste último ano foi violentamente consumida por chamas, queimada. Eu não a vi pegar fogo. Estava longe. Mas senti-a arder. Sendo parte dela, para ela corri. O que encontrei, ainda está em mim.
O cenário que desde criança me varria a lágrimas, varreu-me este ano num paralel- ismo sem precedentes. A pó de cinzas."

 

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“Puzzeling Characters – Part 6” com Jens Mohr (DE) – Artes Plásticas

Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. 

 

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LAPTE & MIERE, com Alina Dobre (RO) e Bogdan Hoisescu (RO) - Música

LAPTE & MIERE (Leite e Mel em Romeno) são uma banda de música electrónica com batimentos cardíacos minimalistas e visão holística do mundo, gerando cânticos de prosperidade e design sonoro em abundância.

 

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“PACÍFICO” com Paulina Fornes (CL), Lorine de Azevedo (FR) e Toby Drake (FR) – Dança e Musica

É uma obra de dança e música que visa trabalhar com as ferramentas do flamenco e da dança contemporânea, para interpretar, através do movimento, a riqueza social cultural e musical do homem sul-americano que habita o Oceano Pacífico há milhares de anos.

 

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“PSICODÉLAGOS – ou a paisagem urbana de Lagos através das suas cores secretas”, de Pat Hadacek (FR),  – Artes Visuais

A particularidade deste trabalho em Lagos é o trabalho de busca sobre as cores. As cores da cidade registadas fotograficamente e depois recriadas em tela com os pigmentos acrílicos.

 

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“Criar peças a partir do zero - parte 7”, com Jens Mohr (DE)  – Artes plásticas

Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.

 

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“SOLO – III Fase”, com Alexandra Sobral (PT) – Artes Visuais

"...tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte." "...utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu." Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.

 

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Encontrar surrealismo com desenho e pintura observacional”, com Millie Wilkins (UK) – Artes Plásticas/Pintura


"Sou interessada pelas formas naturais, expressões faciais, linguagem corporal e surrealismo. Usando desenhos de observação de pessoas, animais e objectos, pretendo combinar estes elementos para criar uma variedade de pinturas que permitam ao espectador ver algo que não imaginavam antes."

 

“Surfeminism – women on waves”, por Annika von Schuetz (Alemanha) de 01 de Junho a 31 de Agosto.

 

Argumento para documentário

“É um documentário sobre a crescente comercialização do surf e do sexismo na cultura do surf. Foca-se no estilo de vida e criatividade e o que significa ser uma surfista feminina.

 

Porquê?

A minha missão é mudar a percepção do surf na paisagem mediática no sentido da diversidade - com foco nas mulheres. Pretendo desenvolver histórias e descobrir personalidades e locais que trabalham com este objetivo. Além disso gostaria de mostrar pessoas de outras etnias e mulheres de gerações diferentes quem surfa e não está representado. O filme é uma oportunidade para criar uma outra consciência das mulheres no desporto radical e atravessar a fronteira do género.

 

O quê?

Eu gosto de inspirar os humanos a construir uma comunidade de e para o crescimento humano, impulsionada pelo meu núcleo, valoriza a benevolência, o empoderamento e a hilaridade - enquanto se concentra em narrativas reais e fortalecedoras. Sempre pessoal. Nunca aleatório Sempre autêntico.

 

Como eu quero fazer isto?

Eu quero produzir histórias únicas, poderosas e de alta qualidade integrando as comunidades. Para cada história, irei produzir imagens em movimento que nos ajudem a espalhar a palavra. Para ligar as histórias e as diferentes tribos, vou incluir elementos repetitivos em toda a narrativa geral - enquanto as histórias também precisam trabalhar dentro e fora e motivar para uma reflexão mais profunda do papel das mulheres no desporto e nos média.

 

Quem sou eu?

Sou uma atriz e jovem cineasta. Formei-me na escola de arte Hildesheim, na Alemanha em 2017 onde fiz o mestrado em Artes e Comunicação. Desde então faço performance, cinema, ensino Yoga e muito surf. Em 2017 fiz o meu primeiro documentário „Set up to sell - Surfing as a product of a lifestysle”. Um documentário de 20 minutos, que produzi em Berlim, Alemanha e Ericeira, Portugal. O filme foi exibido em vários festivais internacionais, incluindo Sopela Surf Film Festival (Espanha), Festival Internacional de Cinema de Surf Anglet (França) e International Surf Film Festival da Ericeira (Portugal) onde o seu filme foi premiado “Best of Ericeira“

 

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“Criar peças a partir do zero”, com Jens Mohr de 18 de Julho a 14 de Agosto


Sinopse:
Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.


Bio:
Jens Mohr nasceu em 1971 em Siegburg, Alemanha. A sua carreira artística começou em 1990. Começou a mostrar seu trabalho na Alemanha em 1993. Começou a fazer exposições noutros países a partir de 1997. Em 2000, fez uma exposição no Museum de Stadshof, na Holanda. Desde 2006, o seu trabalho faz parte da instalação "Forever Friends" no Museu Dr. Guislain na Bélgica. Desde 2016, tem o seu trabalho patente na Gugging Galerie na Áustria. Em 2016, também participou do Museu de Arte Naïve e Marginal, em Jagodina, na Sérvia, com uma exposição visionária e autodidata. Vive e trabalha em Bonn, Alemanha, desde 1997.

 

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“SOLO”, com Alexandra Sobral 07 a 31 de Julho

 

Sinopse
Este projecto tem como finalidade tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte. Pretendo utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu. Que um solo com vida, é composto de cerca de metade de ar e água, e para isto, o quanto contribuem animais que criam túneis...ou da importância da matéria orgânica, que não é mais do que em tempos já foi vivo e do papel essencial de bactérias e fungos e o quanto estes são benéficos, ao contrário do que comummente pensamos.

 

Bio
O desenho narrativo está desde sempre presente no percurso de Alexandra e na forma como se relaciona com a imagem. A artista inicia a sua obra com registos de diário gráfico,numa prática diária do desenho em que o onírico se cruza com o real e o detalhe do traço oferece a chave emocional para a sua leitura. As histórias de amigos e a narrativa dos acontecimentos que testemunha pedem para serem desenhados, para melhor serem interiorizados, compreendidos e objetos de reflexão, assim como as histórias e assuntos que lê e o prazer constante da leitura. A larga experiência em cenografia, como pintora cénica e aderecista, tem-lhe permitido a liberdade e a oportunidade de cruzar uma diversidade de interesses e áreas. Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.