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PASSADO

 

“Vita Activa vs Vita Contemplativa”, com Maya Giorgia Stern (EUA), de 11 de Dezembro a 23 de Janeiro – Artes Visuais /Fotografia

Representando diferenciação e semelhanças ligando vida ativa e contemplativa em um espaço fechado e aberto através de objetos, auto-retrato e fotografia de exposição múltipla. MGS é uma artista emergente que vive e trabalha em Nova York. Os assuntos que explora na sua fotografia estão, principalmente, relacionados com a maneira como se vê o mundo através das lentes, um reflexo do estado de espírito da pessoa. Formou-se em Bennington College com licenciatura em ópera e usa sua musicalidade e sentido de tempo para produzir o seu trabalho de imagem. MGS também escreve improvisações para trilha sonoras para acompanhar as suas imagens, adicionando uma dimensão auditiva à percepção visual, afim de criar um espectro mais amplo de expressão.

 

 

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Nach3 Kollektiv (performance) com Vera Piechulla, Carolin Jakoby & Karolina Dreit

Na densa imaterialidade da nossa realidade, os demônios manifestam-se. Numa antiga prisão, estamos a procura de informações armazenadas no corpo, visando uma articulação singular e comum: mapeando memórias, memorizando a história, brincando ao esconde-esconde no escuro, em busca do desconhecido.

Vera Piechulla (1983) médica e performer sediada em Berlim. No seu trabalho artístico, Vera explora espaços de incerteza entre o conhecimento, percepção e a imaginação.

Carolin Jakoby (1984) concluiu o Mestrado em Artes Cênicas na Univeridade de Künste em Bern. Carolin vive em Berlim e trabalha como atriz freelancer em teatro e projetos interdisciplinar.

Karolina Dreit (1984) trabalha como produtora cultural e conferencista em sociologia, ciência da educação e estudos de gênero. Karolina está envolvida na teoria crítica, auto-organização, movimento e prática cultural em diferentes processos.

 

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Reflexão com 32º Graus à Sombra (artista visual) com Jorge Leal

Um lisboeta perde-se pelo campo em contemplações com pele queimada e transpirações abundantes. Estar na paisagem, descobrir a paisagem, desenhar a paisagem. Estar disponível para o maravilhamento de estar sozinho no meio da natureza. Tentar esquecer os vícios de trabalho. Tentar ganhar novos vícios de trabalho. Tentar que faça sentido voltar ao ateliê e trabalhar essa recolha de imagens.

Jorge Leal (1975) nasceu e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em arquitetura. Fez estudos de pintura e desenho no Ar.Co. É doutorando em desenho na FBAUL.

 

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Aprender a Tropeçar (documentário) com Dagmar Klingenstein

O que é um palhaço? O quê e quem está atrás dessa figura? Qual filosofia que impulsiona as suas ações e movimentos? (...) Na busca destas e outras respostas entrei numa escola de palhaços e acompanhei a formação com a câmara na mão. A filmagem acabou e agora agora começa o processo de montagem do documentário.

 

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Jens Mohr (DE) (artista visual)

Criar peças a partir do zero ... obras de arte comicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. 

Jens Mohr (1971) Artista audotidata, criou os seus primeiros trabalhos em 1990 e não tem parado desde então.

 

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Isa Rodrigues  (têxtil) (PT) 

Explorações de artes texteis e tecelagens, com uma perspectiva escultural.

Isa Rodrigues (1985) é uma artista têxtil e educadora, originária de Lagos e a viver em Brooklyn, New York.

 

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ROOM #315 com Ana Albino e Philippe Trovão (PT) - Musica

Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.

 

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“ A Cantilena” de Marie Fages (FR) - Criação de Argumento

Um futuro próximo. A jovem cientista prodígio Sahar está enclausurada numa antiga fortaleza portuguesa empoleirada nas arribas de argila vermelha incessantemente açoitadas pelo oceano. A Sahar é exigido que desenvolva um sistema de absorção do raro hélio 3, uma estranha forma de energia existente na Lua. Mas, encerrada entre céu, terra e mar, Sahar abre-se á voluptuosa natureza. Apesar das ameaças do director da empresa multinacional que ali a detém, Sahar recusa-se a continuar a sua investigação. Sahar escuta o universo e escreve poesia. E por vezes, à noite, as ondas recuam e Sahar estranhamente chora.

 

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“A Summer with Diogo”de Pierre Primetens (FR) - Criação de Argumento 

“A Summer with Diogo”, conta a história da primeira experiência de amor entre jovens em que um jovem é pescador no Algarve, uma comunidade que está sendo ameaçada pela indústria do turismo de massa. Durante este período, ele está de luto pela morte da sua mãe e está em desacordo com seu pai.

 

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"Vi umanjo!", (ES) com ©viaoueelangel -Artes Plásticas

 

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“DELA, REVERDECERÁ" - Um processo experiencial poético para restaurar o fluxo”, com Sara Baga. (PT)

"No coração interior da Beira, um segredo bem cuidado: ainda há mata. Neste último ano foi violentamente consumida por chamas, queimada. Eu não a vi pegar fogo. Estava longe. Mas senti-a arder. Sendo parte dela, para ela corri. O que encontrei, ainda está em mim.
O cenário que desde criança me varria a lágrimas, varreu-me este ano num paralel- ismo sem precedentes. A pó de cinzas."

 

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“Puzzeling Characters – Part 6” com Jens Mohr (DE) – Artes Plásticas

Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. 

 

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LAPTE & MIERE, com Alina Dobre (RO) e Bogdan Hoisescu (RO) - Música

LAPTE & MIERE (Leite e Mel em Romeno) são uma banda de música electrónica com batimentos cardíacos minimalistas e visão holística do mundo, gerando cânticos de prosperidade e design sonoro em abundância.

 

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“PACÍFICO” com Paulina Fornes (CL), Lorine de Azevedo (FR) e Toby Drake (FR) – Dança e Musica

É uma obra de dança e música que visa trabalhar com as ferramentas do flamenco e da dança contemporânea, para interpretar, através do movimento, a riqueza social cultural e musical do homem sul-americano que habita o Oceano Pacífico há milhares de anos.

 

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“PSICODÉLAGOS – ou a paisagem urbana de Lagos através das suas cores secretas”, de Pat Hadacek (FR),  – Artes Visuais

A particularidade deste trabalho em Lagos é o trabalho de busca sobre as cores. As cores da cidade registadas fotograficamente e depois recriadas em tela com os pigmentos acrílicos.

 

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“Criar peças a partir do zero - parte 7”, com Jens Mohr (DE)  – Artes plásticas

Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.

 

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“SOLO – III Fase”, com Alexandra Sobral (PT) – Artes Visuais

"...tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte." "...utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu." Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.

 

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Encontrar surrealismo com desenho e pintura observacional”, com Millie Wilkins (UK) – Artes Plásticas/Pintura


"Sou interessada pelas formas naturais, expressões faciais, linguagem corporal e surrealismo. Usando desenhos de observação de pessoas, animais e objectos, pretendo combinar estes elementos para criar uma variedade de pinturas que permitam ao espectador ver algo que não imaginavam antes."

 

“Surfeminism – women on waves”, por Annika von Schuetz (Alemanha) de 01 de Junho a 31 de Agosto.

 

Argumento para documentário

“É um documentário sobre a crescente comercialização do surf e do sexismo na cultura do surf. Foca-se no estilo de vida e criatividade e o que significa ser uma surfista feminina.

 

Porquê?

A minha missão é mudar a percepção do surf na paisagem mediática no sentido da diversidade - com foco nas mulheres. Pretendo desenvolver histórias e descobrir personalidades e locais que trabalham com este objetivo. Além disso gostaria de mostrar pessoas de outras etnias e mulheres de gerações diferentes quem surfa e não está representado. O filme é uma oportunidade para criar uma outra consciência das mulheres no desporto radical e atravessar a fronteira do género.

 

O quê?

Eu gosto de inspirar os humanos a construir uma comunidade de e para o crescimento humano, impulsionada pelo meu núcleo, valoriza a benevolência, o empoderamento e a hilaridade - enquanto se concentra em narrativas reais e fortalecedoras. Sempre pessoal. Nunca aleatório Sempre autêntico.

 

Como eu quero fazer isto?

Eu quero produzir histórias únicas, poderosas e de alta qualidade integrando as comunidades. Para cada história, irei produzir imagens em movimento que nos ajudem a espalhar a palavra. Para ligar as histórias e as diferentes tribos, vou incluir elementos repetitivos em toda a narrativa geral - enquanto as histórias também precisam trabalhar dentro e fora e motivar para uma reflexão mais profunda do papel das mulheres no desporto e nos média.

 

Quem sou eu?

Sou uma atriz e jovem cineasta. Formei-me na escola de arte Hildesheim, na Alemanha em 2017 onde fiz o mestrado em Artes e Comunicação. Desde então faço performance, cinema, ensino Yoga e muito surf. Em 2017 fiz o meu primeiro documentário „Set up to sell - Surfing as a product of a lifestysle”. Um documentário de 20 minutos, que produzi em Berlim, Alemanha e Ericeira, Portugal. O filme foi exibido em vários festivais internacionais, incluindo Sopela Surf Film Festival (Espanha), Festival Internacional de Cinema de Surf Anglet (França) e International Surf Film Festival da Ericeira (Portugal) onde o seu filme foi premiado “Best of Ericeira“

 

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“Criar peças a partir do zero”, com Jens Mohr de 18 de Julho a 14 de Agosto


Sinopse:
Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.


Bio:
Jens Mohr nasceu em 1971 em Siegburg, Alemanha. A sua carreira artística começou em 1990. Começou a mostrar seu trabalho na Alemanha em 1993. Começou a fazer exposições noutros países a partir de 1997. Em 2000, fez uma exposição no Museum de Stadshof, na Holanda. Desde 2006, o seu trabalho faz parte da instalação "Forever Friends" no Museu Dr. Guislain na Bélgica. Desde 2016, tem o seu trabalho patente na Gugging Galerie na Áustria. Em 2016, também participou do Museu de Arte Naïve e Marginal, em Jagodina, na Sérvia, com uma exposição visionária e autodidata. Vive e trabalha em Bonn, Alemanha, desde 1997.

 

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“SOLO”, com Alexandra Sobral 07 a 31 de Julho

 

Sinopse
Este projecto tem como finalidade tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte. Pretendo utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu. Que um solo com vida, é composto de cerca de metade de ar e água, e para isto, o quanto contribuem animais que criam túneis...ou da importância da matéria orgânica, que não é mais do que em tempos já foi vivo e do papel essencial de bactérias e fungos e o quanto estes são benéficos, ao contrário do que comummente pensamos.

 

Bio
O desenho narrativo está desde sempre presente no percurso de Alexandra e na forma como se relaciona com a imagem. A artista inicia a sua obra com registos de diário gráfico,numa prática diária do desenho em que o onírico se cruza com o real e o detalhe do traço oferece a chave emocional para a sua leitura. As histórias de amigos e a narrativa dos acontecimentos que testemunha pedem para serem desenhados, para melhor serem interiorizados, compreendidos e objetos de reflexão, assim como as histórias e assuntos que lê e o prazer constante da leitura. A larga experiência em cenografia, como pintora cénica e aderecista, tem-lhe permitido a liberdade e a oportunidade de cruzar uma diversidade de interesses e áreas. Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.