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ARTISTAS CURTA DURAÇÃO

“PSICODÉLAGOS – ou a paisagem urbana de Lagos através das suas cores secretas”, de Pat Hadacek (FR), de 15 de Julho a 15 de Agosto – Artes Visuais

 

Sinopse

Este trabalho começou no Verão de 2017 quando fiquei apaixonado por Lagos. Todo o trabalho tem que começar assim. E pretendo dar  continuidade ao meu trabalho pessoal de pintor-viajante nas cidades do mundo onde estive em cidades como S. Francisco, México – DF, Acapulco, Tarifa, Tanger…

 A particularidade deste trabalho em Lagos é o trabalho de busca sobre as cores. As cores da cidade registadas fotograficamente e depois recriadas em tela com os pigmentos acrílicos. Essas cores podem ser da terra, de uma flor, de uma decoração interior, de uma cerâmica, no fundo, as cores que compõe a cidade. Estou agora em Lagos e comecei com as cores de Inverno.

A técnica que utilizo são as minhas fotografias recortadas e depois ampliadas,cdepois coladas sobre madeira ou tela e depois pintadas com a técnica de glacis acrílico e no final são envernizadas.

 

Bio

Pat Hadacek, 15/05/1962 – Safi (Marrocos)

Residiu em Tanger até 1978

Em 1991 Abre e dirige o atelier de litografia da Escola de Belas Artes de San José (Costa Rica)

Em 1992 termina a licenciatura de Artes Plásticas (Escola nacional superior de Belas Artes de Paris).

 

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“SOLO – II Fase”, com Alexandra Sobral (PT) 04 a 31 de Agosto – Artes Visuais

 

Sinopse

Este projecto tem como finalidade tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte. Pretendo utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu. Que um solo com vida, é composto de cerca de metade de ar e água, e para isto, o quanto contribuem animais que criam túneis...ou da importância da matéria orgânica, que não é mais do que em tempos já foi vivo e do papel essencial de bactérias e fungos e o quanto estes são benéficos, ao contrário do que comummente pensamos.

 

Bio

O desenho narrativo está desde sempre presente no percurso de Alexandra e na forma como se relaciona com a imagem.

A artista inicia a sua obra com registos de diário gráfico,numa prática diária do desenho em que o onírico se cruza com o real e o detalhe do traço oferece a chave emocional para a sua leitura. As histórias de amigos e a narrativa dos acontecimentos que testemunha pedem para serem desenhados, para melhor serem interiorizados, compreendidos e objetos de reflexão, assim como as histórias e assuntos que lê e o prazer constante da leitura.

A larga experiência em cenografia, como pintora cénica e aderecista, tem-lhe permitido a liberdade e a oportunidade de cruzar uma diversidade de interesses e áreas.

Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.

 

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“re-right vol.1 – II Fase”, com Rodrigo Pereira (PT) de 17 a 21 de Agosto – Artes Visuais

 

Sínopse: re.right é um projecto multidisciplinar que explora diferentes formas de conversar.
O primeiro volume tem duas etapas principais:
- uma viagem de onde se registam conversas sobre conversar;

- nos mesmos lugares onde estas conversas se registaram, propõe-se uma conversa/jogo ampliada a mais do que um sentido. O público é convidado a comunicar entre si através de um vocabulário que propõe não só relações semânticas, mas também visuais, sonoras e espaciais.

 

Bio:

Nos estudos de Teatro passou por Lisboa, Madrid e São Paulo.  

Colaborou com o Festival Materiais Diversos 2017, Festival Jardins Abertos e o Um Ao Molhe - Festival Itinerante de One-Man-Bands.

Trabalhou com multimédia, interactividade e vídeo no Teatro dos Narradores, ́”O Mandarim – apóstrofe e paciência” de Pedro Barreiro, “( )3” de J. Leitão e J. P. Fonseca e “o jardim dos caminhos que se bifurcam” de J. Leitão, em Portugal.

Trabalha com live-video nos projectos de ROCKY MARSIANO & Meu Kamba Sound, Niles Mavis, O Manipulador.É fundador do projecto “ocupação”.

 

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“Criar peças a partir do zero - parte 7”, com Jens Mohr (DE) até 03 a 23 de Agosto – Artes plásticas

Sinopse:

Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.

 

 

Bio:

Jens Mohr  nasceu em 1971 em Siegburg, Alemanha.

A sua carreira artística começou em 1990..

Começou a mostrar seu trabalho na Alemanha em 1993.

Começou a fazer exposições noutros países a partir de 1997.

Em 2000, fez um show no Museum de Stadshof, na Holanda.

Desde 2006, o seu trabalho faz parte da instalação "Forever Friends" no Museu Dr. Guislain na Bélgica.

Desde 2016, tem o seu trabalho patente na Gugging Galerie na Áustria.

Em 2016, ele também participou do Museu de Arte Naïve e Marginal, em Jagodina, na Sérvia, com uma exposição visionária e autodidata.

Vive e trabalha em Bonn, Alemanha, desde 1997.

 

 

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