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ARTISTAS CURTA DURAÇÃO

“Surfeminism – women on waves”, por Annika von Schuetz (Alemanha) de 01 de Junho a 31 de Agosto.

 

Argumento para documentário

“É um documentário sobre a crescente comercialização do surf e do sexismo na cultura do surf. Foca-se no estilo de vida e criatividade e o que significa ser uma surfista feminina.

 

Porquê?

A minha missão é mudar a percepção do surf na paisagem mediática no sentido da diversidade - com foco nas mulheres. Pretendo desenvolver histórias e descobrir personalidades e locais que trabalham com este objetivo. Além disso gostaria de mostrar pessoas de outras etnias e mulheres de gerações diferentes quem surfa e não está representado. O filme é uma oportunidade para criar uma outra consciência das mulheres no desporto radical e atravessar a fronteira do género.

 

O quê?

Eu gosto de inspirar os humanos a construir uma comunidade de e para o crescimento humano, impulsionada pelo meu núcleo, valoriza a benevolência, o empoderamento e a hilaridade - enquanto se concentra em narrativas reais e fortalecedoras. Sempre pessoal. Nunca aleatório Sempre autêntico.

 

Como eu quero fazer isto?

Eu quero produzir histórias únicas, poderosas e de alta qualidade integrando as comunidades. Para cada história, irei produzir imagens em movimento que nos ajudem a espalhar a palavra. Para ligar as histórias e as diferentes tribos, vou incluir elementos repetitivos em toda a narrativa geral - enquanto as histórias também precisam trabalhar dentro e fora e motivar para uma reflexão mais profunda do papel das mulheres no desporto e nos média.

 

Quem sou eu?

Sou uma atriz e jovem cineasta. Formei-me na escola de arte Hildesheim, na Alemanha em 2017 onde fiz o mestrado em Artes e Comunicação. Desde então faço performance, cinema, ensino Yoga e muito surf. Em 2017 fiz o meu primeiro documentário „Set up to sell - Surfing as a product of a lifestysle”. Um documentário de 20 minutos, que produzi em Berlim, Alemanha e Ericeira, Portugal. O filme foi exibido em vários festivais internacionais, incluindo Sopela Surf Film Festival (Espanha), Festival Internacional de Cinema de Surf Anglet (França) e International Surf Film Festival da Ericeira (Portugal) onde o seu filme foi premiado “Best of Ericeira“

 

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“Criar peças a partir do zero”, com Jens Mohr de 18 de Julho a 14 de Agosto


Sinopse:
Criar peças a partir do zero... obras de arte cómicas e humorísticas criadas a partir de objetos encontrados na rua. Cada um deles surge espontânea e intuitivamente. Na maior parte, usa os materiais nas condições que os encontrou. As suas criaturas são personagens expressivos.


Bio:
Jens Mohr nasceu em 1971 em Siegburg, Alemanha. A sua carreira artística começou em 1990. Começou a mostrar seu trabalho na Alemanha em 1993. Começou a fazer exposições noutros países a partir de 1997. Em 2000, fez uma exposição no Museum de Stadshof, na Holanda. Desde 2006, o seu trabalho faz parte da instalação "Forever Friends" no Museu Dr. Guislain na Bélgica. Desde 2016, tem o seu trabalho patente na Gugging Galerie na Áustria. Em 2016, também participou do Museu de Arte Naïve e Marginal, em Jagodina, na Sérvia, com uma exposição visionária e autodidata. Vive e trabalha em Bonn, Alemanha, desde 1997.

 

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“SOLO”, com Alexandra Sobral 07 a 31 de Julho

 

Sinopse
Este projecto tem como finalidade tornar mais acessível e desmistificar, através da imagem, o conhecimento sobre o solo, integrando-o no ciclo da vida e da morte, do qual fazemos parte. Pretendo utilizar a imagem, desenhando aquilo que não se vê, seja porque esta debaixo da terra, seja porque a escala microscópica não nos permite de ver a olho nu. Que um solo com vida, é composto de cerca de metade de ar e água, e para isto, o quanto contribuem animais que criam túneis...ou da importância da matéria orgânica, que não é mais do que em tempos já foi vivo e do papel essencial de bactérias e fungos e o quanto estes são benéficos, ao contrário do que comummente pensamos.

 

Bio
O desenho narrativo está desde sempre presente no percurso de Alexandra e na forma como se relaciona com a imagem. A artista inicia a sua obra com registos de diário gráfico,numa prática diária do desenho em que o onírico se cruza com o real e o detalhe do traço oferece a chave emocional para a sua leitura. As histórias de amigos e a narrativa dos acontecimentos que testemunha pedem para serem desenhados, para melhor serem interiorizados, compreendidos e objetos de reflexão, assim como as histórias e assuntos que lê e o prazer constante da leitura. A larga experiência em cenografia, como pintora cénica e aderecista, tem-lhe permitido a liberdade e a oportunidade de cruzar uma diversidade de interesses e áreas. Como escreveu um dia Tim Burton, “o desenho é um exercício para uma mente inquieta”.

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